


Muito tocantes, as histórias dos transplantes que salvaram a vida de jovens sem perspectivas até encontrarem um doador compatível, coisa tão difícil como encontrar uma agulha num palheiro. Esses jovens não teriam tido chance alguma não fosse o cadastro alimentado pela Ameo, já que em suas próprias famílias não havia doador compatível.

O Tsuru, ícone milenar de saúde e felicidade, tornou-se o símbolo da Ameo e é divulgado pelos voluntários e transplantados da ONG, como a jovem Mirna KaKajiyama, que preparou centenas de Tsurus para a decoração do evento.


Muito inspirado o pronunciamento da Dra. Carmen Vergueiro, médica hematologista e Presidente da Ameo, contando a trajetória da ONG desde sua fundação em 2002, quando o cadastramento de doadores começou a aumentar consideravelmente. Na foto acima, a Dra. Carmen com Silvia D' Ippolito e Juliana Venancio Pereira, todas fundadoras da Ameo.

Nesta foto, o grupo de voluntários que ajudam a Ameo a cadastrar novos doadores e a atualizar os registros.

O brinde de comemoração. Da esquerda para a direita: Dr Daniel Martucci, medico hematologista da Santa Casa de São Paulo e responsavel técnico da Ameo; Dra. Carmen Vergueiro, presidente da Ameo; Caroline Ropero, Denise Maknavicius, Cristina Cagliari, Luiz Carlos de Jesus e Camila Hinsching, da Equipe Ameo; Dr. Ricardo Cardioli, medico, ex-paciente e voluntário da Ameo, Dr. Marcelo Mercadante, voluntário da Ameo, Silvia D'Ippolito, da Equipe Ameo, Renata Taube e Mirna KaKajiyama, pacientes transplantadas; Juliana Venancio, ex-paciente e voluntária da Ameo.


A Camerata de Cordas do Projeto Guri, formada por vinte crianças e adolescentes entre 8 e 18 anos de idade, deu mais um toque de sensibilidade ao evento, emocionando a platéia.


Prestigiou o evento da Ameo também o Programa SERvindo, através de um grupo de formandos do projeto Garçom Cidadão, que prepararam e serviram quitutes aos convidados.




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